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Rungoal
Rotina Contábil
Para o escritório de contabilidade

A Camada que Acelera a Rotina do Escritório

Rungoal Rotina Contábil é uma camada de tecnologia entre os documentos que o escritório já recebe e os que ele precisa entregar. A RUNGOAL AIDVISOR é treinada no histórico de cada cliente e em fontes externas, e passa a produzir o que hoje se escritura à mão.

RUNGOAL AIDVISOR aprende com o razão já fechado e os documentos de cada cliente, reconhece o que se repete todo mês e devolve o documento construído — nunca o número adivinhado. Substituir escrituração corriqueira e repetitiva por uma participação nossa e inteligente.

Carteira de Clientes

Um escritório, cada cliente com a sua própria rotina.

A ferramenta não atende uma empresa: atende a carteira inteira do escritório. Cada cliente entra uma vez e passa a ter o seu próprio caminho até o razão.

01 Um cadastro por cliente, um aprendizado por cliente Saiba mais
  • Cada empresa atendida entra uma vez, com os seus doze meses de razão e de extrato.
  • O que o motor aprende de um cliente vale só para ele: o plano de contas e o histórico são dele.
  • O motor aprende do zero em cada cliente: parte do que se aprende é a ligação entre o termo do extrato e o termo do razão, e essa ligação é própria de cada empresa.
02 A rotina mensal é escolhida por cliente Saiba mais
  • O escritório abre o cliente e envia o extrato do mês daquela empresa.
  • O razão simulado sai para aquele cliente, sem tocar nos demais.
03 Os dados de cada cliente ficam separados Saiba mais
  • Nada cruza de uma empresa para outra: nem lançamento, nem saldo, nem histórico.
  • O que o escritório vê de um cliente é só o que pertence a ele.
04 A planilha sai pelo nome do cliente Saiba mais
  • O arquivo entregue já vem identificado pela empresa a que se refere.
  • Na carteira grande, é isso que evita o documento certo ir para a pasta errada.
A camada

Uma camada entre o que o escritório recebe e o que ele entrega.

A ferramenta não substitui o sistema contábil nem a decisão do contador. Ela ocupa o espaço onde hoje há leitura de documento e digitação, e devolve o trabalho pronto para conferência.

01 O que ela elimina Saiba mais
  • A leitura manual de extrato, linha por linha, para descobrir a que conta cada movimento pertence.
  • A redigitação do que já existe em documento: o dado entra uma vez, no formato em que chegou.
  • A repetição mês a mês do mesmo raciocínio de classificação, que a RUNGOAL AIDVISOR aprende de uma vez por cliente.
02 De onde vem o que ela sabe Saiba mais
  • Dos documentos históricos da própria empresa: o razão já fechado, os extratos e, conforme a funcionalidade, as notas e o inventário.
  • De fontes externas, quando o documento não basta por si — a conferência contra o saldo que o banco declara é a mais simples delas.
  • Nada vem de média de mercado: o que a camada sabe de um cliente foi aprendido naquele cliente.
03 Duas funcionalidades hoje Saiba mais
  • Simulador de Razão, no ar: o razão e o balancete do mês a partir dos extratos, antes de a contabilidade fechar.
  • Composição de Custos, em breve: o custo médio por item e o custo da mercadoria vendida, a partir das notas e do inventário.
  • Cada uma tem o seu pacote de dados e a sua meta de cobertura.
04 E o que vier depois Saiba mais
  • A camada não nasceu para uma entrega só: toda rotina de escrituração que se repete é candidata.
  • Funcionalidade nova entra pelo mesmo caminho — documento histórico, aprendizado por cliente, meta acordada, entrega conferível.
  • O escritório não troca de ferramenta a cada uma: elas convivem na mesma carteira.
Fonte de Dados

Cada funcionalidade pede os seus documentos.

Cada funcionalidade tem o seu pacote de dados, e funcionalidade nova chega com o dela. O razão nasce do movimento bancário; o custo, dos documentos de mercadoria — este último ainda não está no ar. O arquivo entra como saiu do banco ou do sistema, sem renomear e sem converter.

01 Simulador de Razão · doze meses de razão real e de extrato real Saiba mais
  • O escritório entrega, de cada cliente, doze meses de razão já fechado e os extratos do mesmo período.
  • O extrato diz o que entrou e saiu da conta; o razão diz em que conta aquilo foi lançado.
  • É esse par que ensina o motor a reconhecer o movimento daquele cliente.
02 Simulador de Razão · depois da carga, só o extrato do mês Saiba mais
  • A carga dos doze meses acontece uma vez.
  • Na rotina mensal entra um documento só: o extrato do período.
  • É dele que sai o razão simulado, antes de a contabilidade fechar.
03 Simulador de Razão · quatro formatos, lidos pelo mesmo motor Saiba mais
  • CSV, Excel e PDF entram pela mesma porta, e o leitor de PDF devolve o mesmo quadro de dados que o de planilha.
  • As colunas são reconhecidas pelo cabeçalho do próprio documento, não pela posição.
  • Conta que só chega em PDF deixa de ficar de fora do razão.
04 Composição de Custos Breve · notas de entrada e de saída Saiba mais
  • O extrato mostra o pagamento; não mostra o item comprado nem a quantidade.
  • As notas de entrada trazem o que entrou no estoque e por quanto; as de saída, o que foi vendido.
  • Sem elas não há custo por item, apenas valor pago a fornecedor.
05 Composição de Custos · inventário valorizado e ficha técnica Saiba mais
  • É o estoque inicial do período, item a item, com valor.
  • Sem ele o custo médio não tem de onde partir: a primeira entrada não teria com o que se compor.
  • Quem produz precisa também da ficha técnica: o custo do que é fabricado na casa não vem em nota fiscal.
06 Composição de Custos · o que não vem não é estimado Saiba mais
  • Faltando nota ou inventário, a entrega não é gerada.
  • A ferramenta não preenche com média de mercado nem com o número do mês anterior.
Simulador de Razão

O razão do mês, montado dos extratos, antes de a contabilidade fechar.

É a entrega principal da ferramenta. O escritório escolhe o mês, gera, confere e devolve o oficial. Os números abaixo são de uma entrega real, feita a um escritório de contabilidade em setembro de 2026.

323 lançamentos

Lidos dos extratos bancários do mês, em quatro contas e em dois formatos — planilha e PDF.

933 linhas em 189 contas

O razão montado, conta por conta, com o balancete saindo do mesmo botão.

92,9% em confiança Alta

O que a ferramenta classificou sem dúvida. O resto vai separado, com o valor a classificar na mão.

01 Um botão, dois arquivos Saiba mais
  • A geração usa o balancete do mês anterior e os extratos já enviados. Não usa notas nem folha.
  • Saem dois arquivos: o razão do mês e o balancete.
  • O balancete é a abertura do mês anterior mais o movimento do razão, conta por conta — e só sai se fechar.
02 O que fica a classificar aparece como valor, não como silêncio Saiba mais
  • Ao fim da geração a ferramenta diz quantos lançamentos leu, quantas linhas montou e quantas contas usou.
  • Diz também quanto sobrou a classificar, em reais: na entrega de setembro, R$ 99.712,19.
  • O número aparece porque o escritório precisa saber o tamanho do que ainda é dele.
03 A planilha sai com o nome do cliente na frente Saiba mais
  • O arquivo em Excel abre pela razão social da empresa, depois o documento, a competência e a versão.
  • Numa pasta com dezenas de clientes, ordenar por nome já agrupa o que é de cada um.
04 Cada geração é uma versão, e a última não se apaga Saiba mais
  • Gerar de novo cria uma versão nova: o mês processado com mais um extrato não é o mesmo mês.
  • As versões antigas podem ser descartadas quando o escritório julgar.
  • A versão mais recente de cada competência não tem botão de descarte — sem ela, o mês ficaria sem entrega.
05 Por que ele se chama simulado Saiba mais
  • O razão sai do que passou pelo banco. O que não passou pela conta não entra.
  • Nota de entrada e de saída, folha e provisão continuam com o escritório.
  • Por isso ele adianta o fechamento, mas não o substitui: o documento oficial é o que o contador assina.
Composição de Custos Breve

O custo de cada item, e o custo do que foi vendido no mês.

Ainda não está no ar. A entrega não sai do extrato: exige documentos que o razão simulado não usa, e o exercício de agosto mostrou o tamanho do que falta — por isso ela espera.

01 O que ela entrega Saiba mais
  • O custo médio por item, apurado a cada entrada.
  • O custo da mercadoria vendida no período escolhido.
  • O arquivo sai para o contador conferir, baixar e devolver, como as demais entregas.
02 O que ela exige, e o extrato não dá Saiba mais
  • Notas de entrada e de saída: o extrato mostra o pagamento, não o item comprado nem a quantidade.
  • Inventário valorizado: item fora do inventário fica sem custo declarado, nunca estimado.
  • Ficha técnica, para quem produz: o custo do que é fabricado na casa não vem em nota fiscal.
03 O que o exercício de agosto mostrou Saiba mais
  • No exercício de agosto de 2026, sobre janeiro daquele ano, 46 códigos tiveram custo médio apurado a partir de 61 notas de entrada.
  • Isso cobriu 12,6% das linhas de venda e 7,9% da receita: 63 códigos vendidos eram de produção própria e ficaram sem custo.
  • A decisão foi esperar doze meses de notas e a ficha técnica, em vez de entregar número pela metade.
O motor

Aprende com cada cliente, e se recusa a ler o que não entendeu.

As duas funcionalidades aprendem, cada uma com os seus documentos. Depois do aprendizado vêm as travas de leitura, que valem para as duas: o mês fechado com um número que ninguém escreveu é o pior resultado possível, e o mais difícil de perceber.

01 Simulador de Razão · o aprendizado sai do par razão e extrato Saiba mais
  • Nos doze meses entregues, cada lançamento do extrato tem um destino conhecido no razão.
  • O motor percorre esse par e descobre como aquele escritório classifica aquele cliente.
  • O banco escreve "TED REMET JOSE M"; o razão diz "Fornecedores". Essa correspondência não está em norma nenhuma: é o vocabulário daquele cliente.
  • Termo que não apareceu nos doze meses não é chutado: vai para o que fica a classificar.
02 Composição de Custos Breve · o aprendizado sai das notas e do inventário Saiba mais
  • O mesmo princípio, com outros documentos: o motor aprende como aquele cliente nomeia e agrupa os seus itens.
  • Descrição de nota e item de inventário raramente coincidem palavra por palavra, e é essa ligação que o aprendizado estabelece.
  • Item novo, que não apareceu antes, não é adivinhado.
03 O aprendizado é por cliente, e começa do zero Saiba mais
  • O que o motor aprende de uma empresa não vale para outra.
  • Plano de contas, vocabulário de banco e nome de item são de cada cliente.
  • Cliente novo na carteira recomeça o aprendizado, nas duas funcionalidades.
04 A soma é conferida contra o saldo que o banco declara Saiba mais
  • O extrato declara saldo anterior e saldo final; o motor soma o que extraiu e confere.
  • Não fechando ao centavo, recusa o arquivo inteiro e não grava nada.
  • Extrato sem os dois saldos também é recusado: não achá-los quer dizer que o leitor não entendeu o documento.
05 As colunas saem do cabeçalho, nunca da posição Saiba mais
  • Faixa de posição cravada no código faria um leitor de um banco só.
  • Em PDF, os números são classificados pela borda direita, que é onde valor se alinha.
  • Um extrato rendia 3 lançamentos dos 26 que tinha, e passava calado; outro trazia duas tabelas no mesmo arquivo. Hoje os dois são recusados ou lidos certos.
06 O documento é construído, nunca copiado Saiba mais
  • Célula com valor e sem origem não é gravada.
  • Linha de imposto só nasce de grupo declarado no próprio documento.
  • Copiar o número do escritório quando o motor não o sabe, e chamar isso de medição, seria o começo do fim da confiança.
Cobertura-meta

Quanto cada funcionalidade se compromete a cobrir.

A meta não é promessa de marketing: sai do aprendizado daquele cliente e é acordada antes da primeira entrega. Cada funcionalidade tem a sua, porque cada uma depende de documentos diferentes.

01 Simulador de Razão · a meta sai do próprio cliente Saiba mais
  • Terminado o aprendizado dos doze meses, a ferramenta sabe quanto daquele razão nasce de movimento bancário.
  • Cliente que fatura à vista e paga por transferência tem cobertura alta; cliente com muita nota a prazo, menor.
  • A meta é o número daquele cliente, não uma média do mercado.
02 Simulador de Razão · o alcançado aparece todo mês Saiba mais
  • A geração informa a parcela classificada com confiança alta e o valor que ficou a classificar, em reais.
  • Na entrega de setembro de 2026, foram 92,9% em confiança alta.
  • É assim que o escritório confere se a entrega cumpriu o combinado daquele mês.
03 Composição de Custos Breve · a meta ainda não é medida Saiba mais
  • O exercício de agosto de 2026, sobre janeiro, cobriu 12,6% das linhas de venda e 7,9% da receita.
  • A entrega gravada não traz índice de confiança: hoje nada mede cobertura de custo automaticamente.
  • É por isso que a funcionalidade espera: sem medida, não há meta que se possa acordar.
04 O acordo vem antes da primeira entrega Saiba mais
  • O escritório sabe, desde o início, o que recebe pronto e o que continua com ele.
  • Sem esse combinado, a entrega seria avaliada contra uma expectativa que ninguém escreveu.
  • Funcionalidade nova entra pelo mesmo caminho: só vai ao ar com a sua medida de cobertura.
05 Meta não atingida é assunto de ajuste, não de desculpa Saiba mais
  • Extrato que faltou, conta nova e mudança no negócio do cliente derrubam a cobertura.
  • A causa aparece nos números da própria entrega, e o ajuste volta para o aprendizado.
O que ela faz na Rotina Contábil

RUNGOAL AIDVISOR

É ela que aprende e é ela que escreve. Em cada funcionalidade o papel é o mesmo: ler o documento histórico daquele cliente, descobrir a regra que se repete e aplicá-la ao mês novo — sem nunca preencher o que não encontrou.

Aprende por cliente

Percorre o par de documentos do cliente e extrai a regra dele: que conta recebe cada tipo de movimento, como o banco nomeia o que o razão chama de outro jeito. Começa do zero em cada empresa.

Desdobra e identifica

Onde o banco escreve uma linha só, o escritório escreve várias: uma entrada de boletos recebidos vira seis lançamentos, com o título e o cliente em cada um — e o líquido bate com o extrato. A descrição diz o meio; ela reconhece a origem.

Devolve a dúvida

O que não se sabe não se inventa: o que ficou a classificar sai separado, com o valor na mão, para o escritório decidir. É também o que ela mede para informar a cobertura do mês.

Como começa

Quatro passos até o primeiro razão simulado.

O escritório não muda de sistema nem de rotina. A ferramenta entra antes do fechamento, no espaço em que hoje há trabalho manual de leitura de extrato. Nenhum dos passos é de digitação.

01 O cliente é cadastrado uma vez Saiba mais
  • Razão social, CNPJ, regime tributário e plano de contas.
  • É a ficha que as outras abas usam, e o seletor do topo troca de cliente sem sair da tela.
02 Entram os doze meses de razão e de extrato Saiba mais
  • O razão já fechado e os extratos do mesmo período, como saíram do sistema e do banco.
  • É a carga que o motor usa para aprender aquele cliente: o plano de contas e a ligação entre o termo do banco e a conta do razão.
  • Acontece uma vez por cliente.
03 A cobertura-meta é acordada Saiba mais
  • Terminado o aprendizado, a ferramenta informa quanto daquele razão nasce de movimento bancário.
  • Esse número vira o combinado: o escritório sabe, antes da primeira entrega, o que recebe pronto e o que continua com ele.
04 O primeiro mês sai só do extrato Saiba mais
  • A partir daí, a rotina mensal é de um documento só: o extrato do período.
  • O razão e o balancete saem antes de a contabilidade fechar, e o que ficou a classificar aparece com o valor em reais.
Proteção de dados · LGPD

O que mais expõe o cliente não entra aqui.

A Rotina Contábil trabalha com extrato bancário, balancete e razão — o movimento financeiro da empresa atendida. Nada do que identifica pessoas é solicitado, enviado ou armazenado:

Folha de pagamento CPF de funcionário Cadastro de clientes Conta bancária pessoal Contrato de trabalho
Fica no Brasil

Os documentos e os dados ficam em servidor no território nacional, sob jurisdição brasileira. Nada atravessa fronteira.

Isolado por cliente

Cada empresa atendida vê apenas o que é dela, e o escritório vê apenas as que lhe estão vinculadas. O isolamento é imposto no próprio banco, não confiado à tela — e o arquivo original fica em cofre fechado.

Seu, para levar ou apagar

O documento continua sendo do escritório e do cliente dele. Você pede a exclusão e ela acontece — sem carência, sem cópia retida.

Uma ressalva que preferimos dizer: o extrato bancário traz, no histórico de cada lançamento, o nome de quem pagou ou recebeu — às vezes uma pessoa física. Esse texto foi escrito pelo banco, e a Rotina Contábil apenas o lê e o exibe, sem enriquecer, cruzar ou compartilhar com terceiros.

Próximos passos

Doze meses de razão e de extrato separam o seu escritório do razão simulado.

Passo 1

Conversa de reconhecimento. Entendemos como o seu escritório recebe o movimento dos clientes hoje — de que bancos, em que formatos, e em que ponto do mês. É o que determina o que a ferramenta já lê sem ajuste.

Passo 2

Um cliente, doze meses. Cadastramos um cliente e carregamos os doze meses de razão e de extrato. Do aprendizado sai a cobertura-meta, e a primeira entrega é conferida contra o seu próprio documento, não contra uma promessa.

Passo 3

Rotina mensal. A cada mês, os extratos entram e o razão e o balancete saem antes do fechamento, com a leitura da RUNGOAL AIDVISOR no que ficou a classificar.

Planos a partir de R$ 490,00 mensais.

Clique aqui para saber mais.